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Assista a documentário que explora a saúde mental de grandes DJs

Phouse Staff

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Why We DJ
“Why We DJ — Slaves to the Rhythm” traz depoimentos de astros como Carl Cox, Erick Morillo, Pete Tong e Seth Troxler

Em parceria com a Pioneer DJ, o vlog DJsounds recentemente lançou o documentário Why We DJ — Slaves To The Rhythm, que mostra o lado da vida de DJ que muitos não enxergam. Por trás de muita dança, alegria, energia e de todo o glamour dos grandes clubes, os artistas passam por situações de muita solidão e questionamento, graças a um lifestyle muito acelerado, e por muitas vezes, desregrado.

Com cerca de 40 minutos, o filme debutado no último ADE traz relatos de Luciano, Seth Troxler, Carl Cox, Pete Tong, Ben Pearce — que cancelou todas suas gigs de 2016 para lutar contra a depressão —, Erick Morillo e B.Traits, que revelam como a sequência de turnês, a constante troca de fuso horário e os momentos de solidão podem ser os ingredientes perfeitos para a depressão ou para vícios variados. Além deles, psicólogos e outros profissionais da indústria também dão sua visão sobre o tema.

Morillo, por exemplo, contou que quando decidiu dar uma pausa em sua carreira e relaxar um pouco em Miami, viu a ascensão de novos nomes e começou a se sentir deixado para trás. Somente com terapia ele descobriu que deveria engolir seu ego e se tornar mais humilde, pois a competição egocêntrica estava fazendo mal à sua saúde.

+ O DJ de techno Ben Pearce é mais um músico a revelar a gravidade da depressão

O documentário também retrata o lado introvertido de muitos artistas, em contraponto a uma carreira agitada e ao estereótipo do DJ como uma pessoa altamente sociável e extrovertida. Muitas vezes se sai de uma gig para milhares de pessoas para encarar na sequência um voo de dez horas sem nenhuma companhia, o que gera contrastes muito intensos.

+ Estudo revela que músicos são bastante propensos a ansiedade e depressão

Apesar de muito trabalho e cansaço, os DJs são unânimes em descrever com alegria a sensação de fazer uma pista ir à loucura ou de saber que o seu set transformou a noite de alguém em uma lembrança única. Definitivamente, trata-se de uma profissão de extremos, e com exigências que nem todos aguentariam.

Assista ao filme:

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Defected celebra conquista do CamelPhat no topo da Tower Bridge

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Tower Bridge
Foto: Reprodução
Sets do duo e de Sam Divine sobre o Rio Tamisa celebram sucesso do selo londrino

A Defected Records atualizou as definições de evento na última quarta-feira, 23, em Londres. A label produziu um show exclusivo do topo de um dos famosos cartões postais da cidade, a Tower Bridge. O som ficou por conta do duo CamelPhat e a DJ Sam Divine. A dupla tocou por 45 minutos, um de cada lado das torres a 60 metros de altura, antes de Sam comandar o set durante o pôr do sol.

O evento celebrou um dia de comemorações devido ao sucesso de “Cola”,  faixa de CamelPhat & Elderbrook com a Defected, que foi tocada por praticamente todos os DJs do mundo, esteve em incontáveis aftermovies e foi até indicada ao GRAMMY. A track vendeu mais de 1 milhão de cópias em todo o mundo, alcançando discos de platina em três países, e ouro em outros cinco.

A gravadora elaborou a façanha também para celebrar o novo contrato com o CamelPhat e honrar a capital britânica onde foi fundada e se mantém há quase 20 anos. “Podemos ser um selo com raízes globais, mas esta será sempre a nossa casa. Vamos vê-los na pista de dança em algum lugar do mundo neste verão”, diz texto no site oficial, endossando as palavras do fundador da label, Simon Dunmore: “A música soa melhor com a vista!”.

Confira como foi o evento na íntegra:

+ CamelPhat lança remix de clássico do Fatboy Slim

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Escute a música oficial da Copa do Mundo da Rússia

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Live it Up
Foto: Reprodução
Faixa foi produzida por Diplo, e traz vocais de Will Smith, Nicky Jam e Era Istrefi

Como informamos há dois dias, Diplo foi recrutado para produzir a música oficial desta Copa do Mundo de 2018, na Rússia; o lançamento foi anunciado para esta sexta-feira (25), com vocais de Will Smith, do cantor americano de reggaeton Nicky Jam e da jovem cantora pop albanesa Era Istrefi.

Agora, via Sony Music, a canção já está entre nós. Chamada “Live It Up”, tem a tradicional embalagem das faixas dos mundiais: pop, enérgica, bastante animada, remetendo à festa e empolgação, em um caldeirão de referências que vai do reggaeton à dance music. Curiosamente, entretanto, não percebemos nenhuma referência à música ou à cultura do país-sede da Copa — algo normalmente presente nos hinos anteriores do principal torneio da Fifa.

Além do lançamento, o canal do YouTube de Will Smith publicou um making of de cinco minutos com cenas dos bastidores no estúdio. Confira:

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“Enrolado”, Scorsi faz parceria vingar com Sandeville

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Scorsi Sandeville
Scorsi. Foto: Divulgação
Produtores brincam com a demora da collab

Poucos dias depois de colaborar com o Alok em remix para “Ocean”, Scorsi já pintou com música nova. Através de nova colaboração com o colega Sandeville, “Something Better” é um electropop que mescla pitadas de “future bass, deep house, soulful e funky, em uma jornada musical vocalizada e pautada em 115 BPM”, como dizem os próprios artistas, que também alegam terem se inspirado na house music clássica para este single. Na esteira de “So Simple”, a letra fala sobre superar relacionamentos ruins com música.

“O Sandeville ficou meses me torrando pra ir no estúdio dele. A gente não se conhecia muito, eu tava sempre enrolado. Uma dia ele falou: ‘vem amanhã ou nem vem mais’. Fui pro estúdio dele sem muita pretensão, por nossos sons serem muito diferentes. No fim das contas, descobri que o cara era um ótimo produtor e passamos algumas horas ouvindo ideias e projetos um do outro. Ele me mostrou um riff bem house, melódico. Fiquei doido com aquilo, e criamos o resto. Beats mais inspirados nos anos 80, e BPM fora de todas fórmulas comuns, e depois fomos atrás de um vocalista que casasse com isso. Foi longo o processo, mas foi ótimo dividir o estúdio com ele”, diz Scorsi. O vocalista em questão é o americano Tempo Strokes.

Scorsi Sandeville

Sandeville. Foto: Divulgação

“Cara, o Scorsi é muito enrolado. Sério! Demorou muito para que ao menos fosse uma primeira vez no meu estúdio. Acabou dando certo. Processo criativo foi ótimo; depois que achamos um caminho, fluiu muito rápido. A cabeça dele funciona de um jeito diferente, não é tão fácil de entender a primeiro momento, mas vendo o resultado, não tem o que questionar. E de uma maneira bizarra, isso casou bem com o meu workflow”, complementa o parceiro de collab.

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