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XXXPERIENCE: capital federal teve aperitivo para setembro

Nayara Storquio

Publicado em

30/05/2018 - 17:46
XXXPERIENCE Brasília
Foto: CB Fotografia/Divulgação
Festival voltou a Brasília com a turnê “Nonsense Journey”

Mais uma vez a XXXPERIENCE levantou a poeira do cerrado no último sábado, em Brasília. Com um lineup bem democrático e cenografia exclusiva, o festival seguiu a programação de sua 22ª temporada com 14 horas de música às margens do Lago Paranoá, cartão postal da cidade. Uma vibe que só quem “xxxperimentou” pra descrever.

Já é a terceira vez que o evento vem a capital federal, e o sucesso da última edição, em 2016, fez o público brasiliense vir em peso. Eram apenas 19h e o chão da Prainha da ASBAC já tremia ao som de KVSH chão esse que, dividido em áreas de gramado e de areia, aguentou muito bem o peso do time de DJs trazido para esta edição. Não, a grama não virou lama dessa vez.

XXXPERIENCE Brasília

Foto: 2take/Divulgação

Entre as atrações, precisamos destacar o set de Vini Vici, o amado DJ israelense que se apresentou ovacionado pelo público em um set bem eletrizante. Até quem já tinha dançado as últimas seis horas não conseguiu ficar parado. E para a alegria nacional, não deixou de tocar os sucessos “Highlight Tribe” e “Great Spirit”, botando todo mundo pra cantar. 

O deck de internacionais contou ainda com Mandragora (México), Major7 (Israel) e Querox (Alemanha). E representando a brasilidade, a XXX trouxe também ILLUSIONIZE, Chemical Surf, KVSH,  Devochka, Gustavo Mota e Groove Delight, Wizards e FreaKaholics, Simple Jack Music, Áquila, Raul Mendes e Kubi.

XXXPERIENCE Brasília

Foto: 2take/Divulgação

O evento trouxe o palco em formato de árvore, também presente na edição de Porto Alegre, porém BSB tinha nova disposição do cenário. As “mãos”, do que mais parecia ser uma versão psicodélica do herói Guardião da Galáxia, Groot, vinham nas laterais do palco, dando a impressão de que ele meditava. E tudo com um trabalho de iluminação e psicodelia visual bem hipnotizante. Os efeitos de luz e projeções do tema “Nonsense Journey” ainda contavam com efeitos pirotécnicos, que refletidos nas águas do Lago Paranoá, ou nos olhos de quem se mesmerava com a festa, fizeram a noite de sábado bem especial. De reclamações, geral não curtiu o preço mais salgado da água (R$ 8,00), o que complicou um pouco devido ao clima seco do cerrado.

Se te deu aquela vontade de curtir uma também, é só se programar para a edição principal da XXXPERIENCE 2018, que acontecerá um pouco mais cedo neste ano, no dia 22 de setembro. O local continua o mesmo: o Parque Maeda, em Itu–SP.

* Nayara Storquio é colaboradora da Phouse.

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Ouça os 3 lançamentos da Alphabeat feitos no feriadão

EP de remixes de “Bonita Demais”, collab de The Otherz, Kiko Franco e Ralk e single do francês Michael Canitrot

Alphabeat Records

Publicado há

Alphabeat
Arte: Divulgação

A Alphabeat Records aproveitou o feriadão pra trazer três lançamentos para embalar os fãs de música eletrônica no Brasil. 

O primeiro deles saiu na quinta-feira: um EP de remixes de “Bonita Demais”, faixa de Joe Kinni e João Mar com participação do Marcelo Adnet, que já havíamos lançado em maio. O disco traz duas versões future bass moderníssimas — a primeira do CLOCKTAPE, a segunda resultado da collab entre o WADD e o Low Disco — e um deep house groovado do DeepDelic.

    

Já na sexta, trouxemos dois novos singles: “Fogo”,  junção do duo The Otherz com Kiko Franco e Ralk, e vocal de Maciel, e “Mad Over Nothing”, do famoso DJ e produtor francês Michael Canitrot.

Envolvente e dinâmica, “Fogo” mistura beats da house com um free style de sax. Já “Mad Over Nothing” vem numa pegada mais pop e tropical, conduzida por riffs de piano que remetem aos sons clássicos da house music. Ouça as duas abaixo:

    
    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Kraftwerk é indicado ao “Rock and Roll Hall of Fame”

Grupo pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar para o Hall

Phouse Staff

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Rock and Roll Hall of Fame
Foto: Reprodução

Instituído em 1986, o “Rock and Roll Hall of Fame” escolhe cerca de cinco artistas anualmente para integrar sua cada vez mais ampla galeria com lendas do rock e da música pop de forma geral. 

Desta vez, um nome histórico da música eletrônica está concorrendo ao voto popular: o Kraftwerk. Os alemães disputam votos ao lado de Def Leppard, Devo, Janet Jackson, John Prine, LL Cool J, MC5, Radiohead, Rage Against the Machine, Roxy Music, Steve Nicks, The Cure, Todd Rundgren, Rufus & Chaka Kahn e The Zombies.

Se eleito, o Kraftwerk pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar no “Hall of Fame”. Para ser indicado atualmente, um artista deve ter lançado sua primeira música ao menos 25 anos antes do ano corrente. Os nomes serão anunciados em dezembro.

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Fundador do Fyre Festival é condenado a 6 anos de cadeia

Sentença foi deferida nesta quinta-feira, nos Estados Unidos

Phouse Staff

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Fyre Festival
Foto: Reprodução

Saiu nesta quinta-feira, 11, em Nova Iorque, a sentença judicial contra Billy McFarland, o produtor de eventos de 26 anos que ficou famoso pelo fiasco do seu Fyre Festival em 2017. O empresário vai pegar seis anos de prisão, não apenas por este episódio, em que provocou um prejuízo de mais seis milhões de dólares a diversas pessoas, mas também por outras múltiplas fraudes cometidas.

Segundo a VICE, os advogados de McFarland tentaram liberá-lo da cadeia defendendo que ele foi diagnosticado recentemente com transtorno bipolar, que não o deixaria saber diferenciar o certo do errado.

A juíza Naomi Buchwald não comprou a ideia, e acabou aplicando a sentença, justificando que Billy sabia exatamente o que estava fazendo, e que se trata de um “fraudulento em série”. Ainda assim, a pena pode até ser considerada branda, já que ele corria o risco de pegar até 20 anos.

Ainda de acordo com a VICE, o americano disse sentir um profundo remorso. “Tenho vivido todos os dias da minha vida com o peso de saber que eu literalmente destruí as vidas de meus amigos e da minha família”, teria declarado.

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